Não gosto do Inverno.
Uma forma forte de começar qualquer texto, mas a verdade.
O frio, o vento, os dias curtos, a neura do nevoeiro e das nuvens, os pés e as mãos enregelados, o facto de me alegrar com comfort food, a inércia que me dá a chuva. As causas são várias e fazem-me empolgar com a chegada da Primavera, sempre tão longe.
No entanto, há coisas que me fazem contente quando chega esta estação mais fria e durante o Outono também. As cores das folhas caídas no chão, o saber apreciar um dia de sol como se a minha vida dependesse disso, romãs, abóboras tão giras e tão diferentes, camisolas quentinhas, gorros, panos e golas, o Natal (oh o Natal...!), cogumelos.
Na zona da Beira Baixa (não sei se em mais regiões!) chamam-lhes míscaros.
A Quinta Vale d'Encantos apanha-os para nós. Situada na encosta da Serra da Gardunha, e para além de outras coisas, dedicam-se a apanhá-los, identificá-los, escolhem-nos por nós, iletrados na arte de perceber este fungo delicioso!
Têm alguns são secos em fatias, perfeitos para caldos e sopas. Uma parte dos secos é triturada e eu já usei para a Muita Pasta. Outros vendem-nos frescos, agora até pode encomendar!
Num dia em que tinha comprado os frescos e recebido os secos, não pensava noutra coisa que não num risotto.
E assim foi:
- 2 cogumelos fatiados secos
- água (mais que o dobro do volume do arroz)
- arroz arborio ou carnaroli (usei 1 chávena de chá)
- 1 chalota
- 1 dente de alho
- 2 ou 3 raminhos de tomilho fresco
- 50 gr de manteiga (prefiro sem sal)
- 150gr a 200gr de cogumelos (estes selvagens são mais pesados, de qualquer das maneiras, a olho)
- 1 copo de vinho branco (beba outro!)
- 1 chávena de café de Parmesão acabado de ralar
- um bocadinho de sumo de limão, a gosto
O método é o de um risotto normalíssimo.
Água a ferver com os cogumelos secos. Estes vão aromatizar o caldo e ainda pode juntar ao risotto quando já estiverem hidratados.
Saltear a chalota e o alho picados com cerca de 15gr de manteiga, juntar o tomilho e de seguida o arroz, mexendo até este ficar transparente.
Nesta altura refresque com vinho branco e deixe evaporar, mexendo.
Vá juntando conchas do caldo (que deve estar a fervilhar) e mexendo até o arroz estar cozido a seu gosto (15 a 20 min)
Com o lume desligado, junte o resto da manteiga e o Parmesão.
Decore com duas ou três folhas de tomilho e aproveite!
Fácil, não?
Que tal?
<3 jo
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04 December 2013
01 August 2013
Fígados de pato com maçãs, da Quinta
Na noite do luão, saboreámos um jantar particularmente delicioso. Esta foi a entrada.
Era o dia maior do ano, a lua nasceu por volta das 10h e o jantar esperou por ela. Nestes dias girava tudo à volta do que a Quinta nos dava, do pôr do sol e, hoje, da sua eterna namorada, a lua!
Os dias compridos trazem tempo, tardes compridas e refrescantes onde podemos passear, apanhar flores, molhar os pés enquanto trazemos à memória conversas de há muito.
Sempre disse que gosto de tudo menos de iscas, e isto estende-se a fígados, rins e que tais. Cozinhá-los tudo bem, não gosto do cheiro mas na minha profissão isso é indiferente. Conheço várias receitas mas nem as exploro porque acredito que um prato fica melhor quando gostamos do que estamos a cozinhar.
Felizmente a tia A., que tem aptidões culinárias e mundo gastronómico em proporções igualmente desmedidas, gosta deste meu único ponto fraco na cozinha e fez estes fígados de pato tão bem ou tão mal que eu, pela primeira vez, comi com gosto e, imagine-se!, repeti.
Por isso se também não gostam ou simplesmente não simpatizam, experimentem esta receita. Mas cuidado para não passar de mais a carne, esse terrível erro que arruina sabores!
Como entrada, para 4 pessoas:300g fígados de pato
3 maçãs grandes
1 colher de manteiga, ou q.b.
1 cálice de Calvados
2 colheres de sopa de natas
Sal
Muita pimenta moída na hora
Tomilho fresco
> Limpe os fígados (retirando os veios com cuidado para não desmanchar) e corte-os em 2 ou 3 longitudinalmente.
> Descasque as maçãs e corte-as em 8 gomos.
> Numa frigideira anti-aderente, core as maçãs em manteiga até estarem douradinhas. Retire e reserve.
> Na mesma manteiga (se fôr preciso junte mais uma noz), salteie os fígados rapidamente dum lado e doutro, temperando com sal, pimenta e tomilho.
> Junte as maçãs, flambeie com Calvados até o álcool evaporar.
> Por fim, junte as natas abanando a frigideira, para se misturarem os sabores e reduzir sem talhar. Cerca de 5min.
A fotografia da Lua não faz jus à realidade, como não fazem a maioria dos retratos, sendo que a fotógrafa não é profissional :) Mas ajuda a lembrar a tarde e noite que se passaram tão bem. Assim como o resto dos dias.
Que tal?
<3 jo
16 June 2013
um Orzotto que vai com a Primavera
Apetecia-me qualquer coisa calórica, mas não demasiado... Queria legumes, verdes! Vários! Farta de arroz, ia experimentar o integral mas não tinha tempo para tanto... Por isso saiu um orzotto para este almoço no meio das mantinhas, quase que soube a junk food, àquele guilty pleasure de comer uma coisa que se gosta muito mas não se deve repetir...Só que este orzotto pede para ser feito outra vez! Com os legumes que quisermos ou simples para acompanhar carne ou peixe.
Orzo, em italiano, é a massa pevide, aquela que muitos de nós pomos na canja. No norte de Itália (região de Friuli–Venezia Giulia) há o hábito de se fazer esta variação do risotto, com massa, que fica mais leve uma vez que não liberta tanto glúten. Já experimentaram?
Pode também ser uma sugestão para o jantar deste Domingo. Quente, reconfortante e cheio de sabor:
Para 1 pessoa:
1 concha de sopa de massa pevide
Caldo de galinha ou legumes a fervilhar (0,5 - 0,75l por pessoa)
Meia cebola e 1 dente de alho
4 colheres de sopa de manteiga sem sal (guardar 3 para o fim)
1 copo de vinho branco (aproveito e sirvo um para mim também!)
10 fleurettes de bróculos
5 ervilhas frescas
4 espargos fatiados na diagonal, reservando as pontas
1 limão
-Pôr o caldo ao lume e deixar no mínimo
-Refogar numa colher de sopa de manteiga, até ficar translúcido, o alho e a cebola picados
-Juntar a massa e ir mexendo para envolver com a manteiga. Temperar com sal.
-Passados 3 minutos, deitar o vinho branco na frigideira, ir mexendo e deixar evaporar
-A partir de agora, basta ir juntado o caldo, concha a concha e mexer sempre, para libertar o glúten da massa, como se faz com o arroz.
- Mais ou menos a meio da cozedura, adicionar os legumes. Cuidado com o tamanho para não ficarem crús, nem cozerem demasiado.
-Quando, depois de provar, a massa estiver a gosto, desligar o lume.
-Envolver o resto da manteiga, espremer meio limão ou mais, a gosto, e raspar alguma da casca para perfumar o prato! Já está!
Que tal?
<3 jo
07 June 2013
Uma salada morna com batata vitelotte e halloumi...
... Que podia ter corrido melhor!
Há muito tempo que estava para cozinhar o halloumi que tinha cá em casa. Um queijo de mistura original do Chipre. Umas vezes mistura leite de vaca, cabra e ovelha, outras só ovelha e cabra. Tem um sabor suave mas salgado e um funde a uma temperatura muito alta comparativamente com os outros queijos. Isto faz com que possa ser grelhado ou assado sem derreter completamente passado muito pouco tempo.
Óbvio que fiquei louca com este potencial e fui experimentar!
Vi várias receitas, da Donna Hay ao Jamie Oliver passando por muitos outros mais desconhecidos.
Mais uma vez, resolvi combinar o que tinha em casa...!
As batatas vitelotte estava quase a grelar e precisavam de alguém que pegasse nelas. Os cajus que comprei para fazer pão ainda estavam no frigorífico, juntamente com alface, rúcula e tomate.
Estas batatas são originais de França, têm um sabor mais "nutty" e doce e a textura é mais firme e seca. Surpreendentemente são de ingestão mais rápida que as batatas brancas.
Comecei por escaldar as batatas e salteá-las com manteiga, raspa de limão e tomilho.
Entretanto dispus a alface, a rúcula e o tomate cortado em quartos numa travessa.
Tostei os os cajus e salteei quadradinhos de pão em azeite e flôr de sal.
Até aqui tudo bem.
O problema foi quando me pus a grelhar o queijo, como vi em tantas outras receitas, pus um fio de azeite na grelha e atirei as fatias de halloumi. Quando as quis virar... Super moles, a parte tostada agarrou e do outro lado acabou por ser igual...
Pus o queijo, as batatas, o pão, os cajus na travessa e salpiquei umas colheres de azeite misturado com raspa de limão para animar o jantar.
O sabor estava todo lá, é certo, mas fiquei triste por ter corrido mal! Já para não falar do aspecto de fugir da fotografia.
Ainda assim fotografei (a custo!) e gostava de saber como grelham/assam o halloumi. O que usam e como acham que funciona melhor! Podem dar-me umas dicas? Estamos cá para isso :)
Foi assim que ficou a nossa salada morna, sugestões para a melhorar, please!!
Obrigada!
<3 jo
Há muito tempo que estava para cozinhar o halloumi que tinha cá em casa. Um queijo de mistura original do Chipre. Umas vezes mistura leite de vaca, cabra e ovelha, outras só ovelha e cabra. Tem um sabor suave mas salgado e um funde a uma temperatura muito alta comparativamente com os outros queijos. Isto faz com que possa ser grelhado ou assado sem derreter completamente passado muito pouco tempo.
Óbvio que fiquei louca com este potencial e fui experimentar!
Vi várias receitas, da Donna Hay ao Jamie Oliver passando por muitos outros mais desconhecidos.
Mais uma vez, resolvi combinar o que tinha em casa...!
As batatas vitelotte estava quase a grelar e precisavam de alguém que pegasse nelas. Os cajus que comprei para fazer pão ainda estavam no frigorífico, juntamente com alface, rúcula e tomate.
Estas batatas são originais de França, têm um sabor mais "nutty" e doce e a textura é mais firme e seca. Surpreendentemente são de ingestão mais rápida que as batatas brancas.
Comecei por escaldar as batatas e salteá-las com manteiga, raspa de limão e tomilho.
Entretanto dispus a alface, a rúcula e o tomate cortado em quartos numa travessa.
Tostei os os cajus e salteei quadradinhos de pão em azeite e flôr de sal.
Até aqui tudo bem.
O problema foi quando me pus a grelhar o queijo, como vi em tantas outras receitas, pus um fio de azeite na grelha e atirei as fatias de halloumi. Quando as quis virar... Super moles, a parte tostada agarrou e do outro lado acabou por ser igual...
Pus o queijo, as batatas, o pão, os cajus na travessa e salpiquei umas colheres de azeite misturado com raspa de limão para animar o jantar.
O sabor estava todo lá, é certo, mas fiquei triste por ter corrido mal! Já para não falar do aspecto de fugir da fotografia.
Ainda assim fotografei (a custo!) e gostava de saber como grelham/assam o halloumi. O que usam e como acham que funciona melhor! Podem dar-me umas dicas? Estamos cá para isso :)
Foi assim que ficou a nossa salada morna, sugestões para a melhorar, please!!
Obrigada!
<3 jo
08 May 2013
Fomos ao Luca
Vivemos muuuuito perto desta tentação. E vamos tantas vezes que a pergunta habitual já é: "Vamos à cantina?"
O Luca é um restaurante pequeno mas daqueles sempre cheios, italiano como vêm pelas fotografias, é o que faz as melhores pizzas na minha opinião. Massa fininha fininha e ingredientes frescos. Para os menos apreciadores também podem provar massas, saladas e "scalopini", simples bifes com molhos à escolha, acompanhados de fettucinne ou legumes assados.
Antes de ir embora não se esqueçam da melhor sobremesa, a Torta (claro) Luca!
Esta foi a última ida:
Que tal?
<3 jo
O Luca é um restaurante pequeno mas daqueles sempre cheios, italiano como vêm pelas fotografias, é o que faz as melhores pizzas na minha opinião. Massa fininha fininha e ingredientes frescos. Para os menos apreciadores também podem provar massas, saladas e "scalopini", simples bifes com molhos à escolha, acompanhados de fettucinne ou legumes assados.
Antes de ir embora não se esqueçam da melhor sobremesa, a Torta (claro) Luca!
Esta foi a última ida:
Que tal?
<3 jo
17 February 2013
Jantar Vítor Matos | Pessoas à Mesa
No passado dia 8, último dia do evento Pessoas à Mesa organizado por uma turma finalista da escola de hotelaria de Lisboa, fomos provar o menu que o Chef Vítor Matos preparou para este dia em especial.
Partilho aqui para quem queira espreitar, por curiosidade, porque os seus pratos de assinatura só provando em Amarante!
Como sempre não me vou alongar nem na descrição nem sobre o que achei dos pratos, não sou crítica nem tenho pretensões para tal!
| Conserva de atum |
| Cremoso de alheira e ovo a baixa temperatura |
| Bacalhau com sabores de brasa |
| Porco bísaro, castanhas e cenouras |
| Abóbora e requeijão |
| Bolo de mel |
<3 jo
02 January 2013
Chapitô | Lisboa
Bom ano a todos os que passam por aqui!
Tenho andado para um lado e para o outro que nem uma barata tonta!
Já para não falar do Natal que é sempre uma correria e da passagem de ano que implica sempre alguma preparação, durante estes dias estive a trabalhar num espaço novo, para aprender mais coisas e conhecer outros ares. Gostei imenso!
Num desses dias pude sair mais cedo para um jantar de família. Chapitô.
Com outras mãos a tomarem conta do espaço e as do Chef Bertílio Gomes na cozinha, ficaram só mesmo as sobras para contar a história.Arroz de marisco para dividir e com muito camarão como espera o cliente!
Bochechas de porco (que não me lembro se era preto ou branco) muito tenrinhas com amêijoas e batatas a acompanhar.
Uma carta pequenina, que por isso mesmo deu para explorar quase toda, inspirada em sabores portugueses, das entradas aos principais e chegando às sobremesas. Mas, com toda a sinceridade, os preços de turista já quase nos fazem sentir desconfortáveis na nossa própria cidade. Compreendo o sítio, a vista... E mesmo a quantidade de turistas que por lá passam e pagam bem os preços.. Enfim, foi só um desabafo!!Posta de bacalhau frita com migas de tomate
Que tal? Já experimentaram o Chapitô?
<3 jo
05 November 2012
Split | Lisboa
Abriu no passado dia 31, mas a nossa visita não foi, de todo, assustadora!
O Split é mesmo to split. Há petiscos para partilhar, pratos (graandes) que pedem mesmo para serem divididos e sobremesas que prometem melhorar.
Fica em Alcântara na rua do antigo CaféCafé. Quando lá fomos estava cheio e as mesas rodaram a segunda vez. Há sala de fumadores, de não-fumadores e barra para quem preferir.
Ficámo-nos pelos petiscos que fomos partilhando entre todos:
Com a couvert nunca vêm manteigas. Pão regional, focaccia e um dip que vai mudando. Neste caso um gazpacho.
Revueltos com espargos verdes, farinheira e pimentos encarnados assados
Misto de enchidos na chapa
Ovos rotos com batatas fritas, pimentos piquillo, cebola e enchidos
Cascas de batata com queijo e "kikos" de linguiça
Tirinhas de choco fritas com limão e salsa
A partir de amanhã abre também aos almoços!
Quem vai experimentar?
<3 jo
O Split é mesmo to split. Há petiscos para partilhar, pratos (graandes) que pedem mesmo para serem divididos e sobremesas que prometem melhorar.
Fica em Alcântara na rua do antigo CaféCafé. Quando lá fomos estava cheio e as mesas rodaram a segunda vez. Há sala de fumadores, de não-fumadores e barra para quem preferir.
Ficámo-nos pelos petiscos que fomos partilhando entre todos:
Com a couvert nunca vêm manteigas. Pão regional, focaccia e um dip que vai mudando. Neste caso um gazpacho.
Revueltos com espargos verdes, farinheira e pimentos encarnados assados
Misto de enchidos na chapa
Ovos rotos com batatas fritas, pimentos piquillo, cebola e enchidos
Cascas de batata com queijo e "kikos" de linguiça
Tirinhas de choco fritas com limão e salsa
A partir de amanhã abre também aos almoços!
Quem vai experimentar?
<3 jo
30 October 2012
Olá!
Nos últimos dias fiz este jantar para uns amigos. Só uma sugestão de pratos rápidos:
Creme de cenoura com folhas de lima, gengibre e sour cream
Lombinhos de cavala marinados e salada de courgette, rabanetes baby e maçã reineta
Novilho a 65ºc com mostarda inglesa e arroz de citronela
Que tal? Abriu o apetite?
<3 jo
Nos últimos dias fiz este jantar para uns amigos. Só uma sugestão de pratos rápidos:
Creme de cenoura com folhas de lima, gengibre e sour cream
- estufei duas cenouras, uma batata e uma cebola em azeite, juntei um pedaço de gengibre e duas folhas de lima (comrpo congeladas no Martim Moniz)
- Juntei caldo de galinha e sal, deixei cozer e triturei tudo.
- Depois de passar por um chinês/passador e servir a sopa nos pratos, pus uma quenelle de sour cream e um bocadinho de cebolinho picado
Lombinhos de cavala marinados e salada de courgette, rabanetes baby e maçã reineta
- Depois de arranjar o peixe, pus os dois filetes num saco de plástico com zest de limão, molho de peixe e pimenta. Ficou a marinar 45min-1h.
- Cortei tiras finas de courgette baby e rabanetes com o descascador e fiz o mesmo com segmentos de maçã. Juntei tudo numa taça com sumo de limão e sal.
- Antes ir para a mesa grelhei a cavala com a pele para baixo, cortei-as em bocados mais pequenos e pus em cima de um bocadinho da salada.
Novilho a 65ºc com mostarda inglesa e arroz de citronela
- Esfreguei a carne (espelho da pá) com mostarda inglesa em pó e depois marquei-a numa frigideira quente. Inseri o termómetro no centro da peça e pus no forno a 180ºc.
- Quando chegou a 60ºc no interior tirei e deixei descansar cerca de 5min. Cortei em pedaços com 4-5cm.
- Entretanto num tacho fritei um talo de citronela esmagada com azeite, pus o arroz, deixei que ficasse translúcido e depois juntei o dobro da água. Deixei ferver no máximo e quando a água chegou ao arroz passei para o "mínimo dos mínimos" e tapei (10min) até desligar.
- Juntei mais mostarda em pó numa taça, juntei água e "barrei! no prato, nos sítios onde pus o arroz e a carne.
Que tal? Abriu o apetite?
<3 jo
22 October 2012
Chinês Clandestino
Para começar a semana, e comemorando a coincidência engraçada deste ser o 100º post, mostro algumas fotografias do jantar de Sexta.
Subimos a ruinha atrás do Martim Moniz, entrámos, chegámos ao 2º andar: "Somos 5. Espere, vamos ser 7! Afinal 7 ou 8" Nada disto foi um problema, chegámos a uma das divisões da casa. Sala? Quarto? Sala de jantar.
Vasculhámos o menu e começámos a apontar o que queríamos... 65, 20, 15...
Dividimos cada prato, já que as quantidades são astronómicas!
Mais uma vez, comeu-se bem :)
Chau Mein de camarão
Sopa ácido-picante
Línguas de pato fritas (que não conseguimos acabar)
Frango com camarão
E outros petiscos como raviolis (gyosas), galinha com amêndoa, o típico arroz, chao mein de galinha..
Que tal? Já foram a este?
<3 jo
Subimos a ruinha atrás do Martim Moniz, entrámos, chegámos ao 2º andar: "Somos 5. Espere, vamos ser 7! Afinal 7 ou 8" Nada disto foi um problema, chegámos a uma das divisões da casa. Sala? Quarto? Sala de jantar.
Vasculhámos o menu e começámos a apontar o que queríamos... 65, 20, 15...
Dividimos cada prato, já que as quantidades são astronómicas!
Mais uma vez, comeu-se bem :)
Chau Mein de camarão
Sopa ácido-picante
Línguas de pato fritas (que não conseguimos acabar)
Frango com camarão
E outros petiscos como raviolis (gyosas), galinha com amêndoa, o típico arroz, chao mein de galinha..
Que tal? Já foram a este?
<3 jo
21 October 2012
Lombinho de porco com legumes
Bom Domingo!
Para usar os mini legumes que tinha comprado há uns dias, fiz esta metade de lombinho de porco para mim e para o F.
Cortei-os todos bonitinhos e temperei-os numa taça só com azeite, sal e sumo de limão.
Marinei o lombinho em vinho branco, alho ciselado, alecrim e raspas de limão. Meia hora.
Untei um tabuleiro com azeite e pus o lombinho com os legumes à volta. Inseri o termómetro de carnes no lombinho e tirei do forno quando chegou aos 77ºc. O tabuleiro entrou no forno a 200ºc e passados 5min baixei para 150ºc. Penso que ficou cerca de 20min no forno mas como estive mais atenta ao termómetro não sei dizer com certeza.
Os legumes estavam cozinhados apesar do sabor do nabo dominar quase todos os outros. Lesson learned! Mas até nem ficou mau.. :) Servi com puré de batata.
Que tal?
<3 jo
Para usar os mini legumes que tinha comprado há uns dias, fiz esta metade de lombinho de porco para mim e para o F.
Cortei-os todos bonitinhos e temperei-os numa taça só com azeite, sal e sumo de limão.
Marinei o lombinho em vinho branco, alho ciselado, alecrim e raspas de limão. Meia hora.
Untei um tabuleiro com azeite e pus o lombinho com os legumes à volta. Inseri o termómetro de carnes no lombinho e tirei do forno quando chegou aos 77ºc. O tabuleiro entrou no forno a 200ºc e passados 5min baixei para 150ºc. Penso que ficou cerca de 20min no forno mas como estive mais atenta ao termómetro não sei dizer com certeza.
Os legumes estavam cozinhados apesar do sabor do nabo dominar quase todos os outros. Lesson learned! Mas até nem ficou mau.. :) Servi com puré de batata.
Que tal?
<3 jo
30 August 2012
Curry in a hurry
Olá!
Com as férias a saberem muuito bem, o que tenho cozinhado variou entre jantares para amigos ou família e saladas para a praia. Um destes dias fiz este caril rápido que agradou aos "fregueses"!
Juntei pasta de caril, alho e gengibre a óleo quente, depois das asinhas de frango, leite de coco, ananás e feijão fillet. Antes de ir para a mesa juntei coentros e sumo de limas.
Adoro estes pratos rápidos de preparar, que fazem boa figura e cheios de sabor!
Que tal?
<3 jo
Com as férias a saberem muuito bem, o que tenho cozinhado variou entre jantares para amigos ou família e saladas para a praia. Um destes dias fiz este caril rápido que agradou aos "fregueses"!
Juntei pasta de caril, alho e gengibre a óleo quente, depois das asinhas de frango, leite de coco, ananás e feijão fillet. Antes de ir para a mesa juntei coentros e sumo de limas.
Adoro estes pratos rápidos de preparar, que fazem boa figura e cheios de sabor!
Que tal?
<3 jo
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