Showing posts with label massa. Show all posts
Showing posts with label massa. Show all posts

26 September 2013

Base de couve-flôr para Pizzas!

Há uns tempos que se fala muito nesta base de pizza, sem farinhas, gorduras ou açúcares prejudiciais. Eu só tropecei nela ontem e, se alguém vai lendo o que por aqui escrevo, para variar, enlouqueci, fiquei nervosa, andei às voltas e só me acalmei hoje quando fui de manhã ao mercado comprar o que não tinha em casa para finalmente experimentar uma base de pizza de couve-flôr e amêndoas!
Segui esta receita, do blog que leio regularmente e adoro.
  • 3 chávenas de couve-flôr crua, moída ou ralada
  • 80 gr de amêndoas moídas (ou outros fruto seco a gosto, com ou sem pele)
  • 1 colher de sopa de oregãos secos
  • Sal e pimenta do moinho a gosto
  • 3 ovos médios


 Fiz a massa numa taça, mas pode fazer na mesa ou bancada, se preferir. Acho que dá menos trabalho que a massa de pizzas normal, uma vez que não é preciso amassar, nem descansar, nem crescer, nem fermentar, nem esticar... Enfim, um descanso!
Pré-aquecer o forno a 200ºc.
Juntar os ingredientes secos, misturar para que fique homogéneo e se seguida juntar os ovos, batidos. Com um salazar ir incorporando bem até ter uma massa consistente.
Num tabuleiro do forno, disponha uma folha de papel vegetal e estique a massa com as mãos. Pode ficar com a espessura que preferir, se bem que muito fina não resulta tão bem. Pré-cozer durante cerca de 25min ou até estar dourada (posição média-alta do forno).
 Entretanto fiz um molho de tomate rápido com 5 tomates sem pele, duas chalotas, meia folha de louro, 4 folhas grandes de manjericão, 1 quadradinho de chocolate, 1 colher de chá de mel, sal e pimenta. Deixei apurar bem e esmigalhei grosseiramente com o salazar.
Vale a pena fazer a mais e congelar em porções ou garrafinhas para ir usando no Inverno, quando o tomate não sabe a nada. Fica uma espécie de concentrado de tomate que dá muito sabor a vários pratos e sopas.
 Com a base de pizza pré-cozida, basta espalhar o molho de tomate com a ajuda de uma colher e juntar depois os topping preferidos.
Hoje pus tiras de courgette cortadas com o descascador e agrião baby.
Vai ao forno mais 5 a 10 min - a gosto.
Acabada de sair do forno, reguei com um fio de azeite, juntei mais agrião, umas fatias de rabanete, alguns tomates cereja, folhas de manjericão e parmesão acabado de ralar. YUM !
Qualquer dúvida é só deixar nos comentários!
O que acham? Curiosos para experimentar?
<3 jo

17 September 2013

Tarte de tomate

Com a estação do Tomate a acabar, há que aproveitá-los todos! Os mais firmes para saladas, os mais carnudos para sopas frias e quentes, os mais moles para molhos e, neste caso, os com mais pinta para uma tarte cheia de sabor!
Para a massa usei:

  • 300gr farinha
  • 150gr manteiga sem sal, fria
  • 2 colheres de sopa de água fria
  • Sal a gosto
  • Tomilho fresco picado
  • Raspa de meio limão

Com as mãos, ir desfazendo a farinha e a manteiga, como para um crumble. De seguida juntei o sal e os aromáticos, continuei a desfazer a massa e comecei a amassar quando juntei a água.
A massa deve descansar no frigorífico, embrulhada em película aderente, pelo menos 20min.
Começar a dispôr a massa na forma (usei duas pequenas mas uso a mesma massa para uma forma grande), calcar e pressionar bem na base e nas paredes. Picar com um garfo.
Espalhar o tomate cortado aleatoriamente. Dos mais pequenos fiz quartos e dos maiores fatias. Temperar por cima com sal fino e pimenta preta.
O recheio que vai ligar tudo é o típico:

  • 250ml natas frescas
  • 4 ovos médios
  • Pimenta preta do moinho
  • Sal fino
  • Cebolinho

Basta misturar tudo numa taça, com varas, e verter por cima do tomate, na tarte.
Levei ao forno a 190ºc, no meio, até ficar dourada (30 a 40min, depende sempre dos fornos).
Ainda a escaldar, saídas do forno, levaram com queijo parmesão acabado de ralar por cima, que derreteu imediatamente e deu uma profundidade de sabor diferente.
Depois de arrefecer, foi para dentro duma caixa e seguiu viagem comigo (Outjazz mais uma vez!), onde ficámos ainda melhor acompanhadas com um rosé italiano e as bolachas da C. Nem queiram saber o meu estado de excitação quando me disse que a receita era a minha!! E que boaaass!!!!
Só sobraram migalhas para contar a história e a caixa está desejosa de ir passear mais uma vez :)
Que tal?
<3 jo

30 June 2013

um prato de Inverno no Verão




Não sei o que acham de dias de calor com 37ºc, mas se anseio por eles durante todo o Inverno, agora que eles estão aqui está a ser insuportável!
Quando estou em casa, toca de ligar o AC para a coisa se tornar mais light... Ontem tal foi o caso que o meu apetite para o almoço foi, no mínimo, invernoso.
Este acompanhamento é fácil, não dá trabalho e usa as sobras do spaguetti. É que é mesmo melhor feito com spaguetti do dia anterior! Já devem ter provado, pelo menos na minha família é tão habitual que acho que não vou apresentar uma novidade a ninguém. Só um ponto de vista :)

Tinha mais ou menos 2 chávenas de spaguetti, a que juntei, para 2 pessoas:
> 150 ml de natas frescas
> 1 punhado de queijo mozzarella ralado
> 1 gema
> 3 raminhos de tomilho fresco
> sal, pimenta preta do moinho e noz moscada ralada a gosto
> 1 talo de cebolo | cebolinho | ceboleto, como lhe queiram chamar!

Basta juntar todos os ingredientes (menos o cebolinho) numa taça, ou mesmo no pirex que vai ao forno e misturar bem.
Vai ao forno a 180ºc, na posição acima da do meio, durante 20min ou até estar dourado!
No fim ponho o cebolinho bem fino, cortado na diagonal. Dá uma frescura boa a este prato mais pesado, mas não se livram do sabor forte na boca! Quem não gosta passa bem sem :)
Que tal?
<3 jo

16 June 2013

um Orzotto que vai com a Primavera

Apetecia-me qualquer coisa calórica, mas não demasiado... Queria legumes, verdes! Vários! Farta de arroz, ia experimentar o integral mas não tinha tempo para tanto... Por isso saiu um orzotto para este almoço no meio das mantinhas, quase que soube a junk food, àquele guilty pleasure de comer uma coisa que se gosta muito mas não se deve repetir...Só que este orzotto pede para ser feito outra vez! Com os legumes que quisermos ou simples para acompanhar carne ou peixe.
Orzo, em italiano, é a massa pevide, aquela que muitos de nós pomos na canja. No norte de Itália (região de Friuli–Venezia Giulia) há o hábito de se fazer esta variação do risotto, com massa, que fica mais leve uma vez que não liberta tanto glúten. Já experimentaram?
Pode também ser uma sugestão para o jantar deste Domingo. Quente, reconfortante e cheio de sabor:
Para 1 pessoa:
1 concha de sopa de massa pevide
Caldo de galinha ou legumes a fervilhar (0,5 - 0,75l por pessoa)
Meia cebola e 1 dente de alho
4 colheres de sopa de manteiga sem sal (guardar 3 para o fim)
1 copo de vinho branco (aproveito e sirvo um para mim também!)
10 fleurettes de bróculos
5 ervilhas frescas
4 espargos fatiados na diagonal, reservando as pontas
1 limão

-Pôr o caldo ao lume e deixar no mínimo
-Refogar numa colher de sopa de manteiga, até ficar translúcido, o alho e a cebola picados
-Juntar a massa e ir mexendo para envolver com a manteiga. Temperar com sal.
-Passados 3 minutos, deitar o vinho branco na frigideira, ir mexendo e deixar evaporar
-A partir de agora, basta ir juntado o caldo, concha a concha e mexer sempre, para libertar o glúten da massa, como se faz com o arroz.
- Mais ou menos a meio da cozedura, adicionar os legumes. Cuidado com o tamanho para não ficarem crús, nem cozerem demasiado.
-Quando, depois de provar, a massa estiver a gosto, desligar o lume.
-Envolver o resto da manteiga, espremer meio limão ou mais, a gosto, e raspar alguma da casca para perfumar o prato! Já está!
Que tal?
<3 jo

05 June 2013

um almoço leve

Se por um lado adoro petiscar, beber uns copos, comer caracóis, amêijoas, conquilhas, santola, pão torrado e azeite a acompanhar... Por outro detesto estar na praia e "ter que me alimentar", acabando por esperar na fila de um bar qualquer, onde a escolha se divide entre hambúrgueres e tostas,  sandes e empadas. Num domingo. Cheio de gente.
Gosto de levar qualquer coisa para a praia. Já para não falar do dinheiro blá blá blá, sei o que estou a comer. Sei de onde veio e como foi cozinhado.
Hoje foi uma mistura do que havia no frigorifico, para não variar!
. Cozer durante cerca de 5min noodles de arroz (comprei no Martim Moniz) e passar um fio de azeite depois de escorrido.
. Juntar "sobras": leitão assado cortado em bocadinhos, espargos crus - parte fibrosa às rodelinhas e o resto fatiado -, morangos em quartos, espinafres salteados com azeite e alho.
. Para uma taça ralar 1 dente de alho e um pedaço de gengibre a gosto. Juntar molho de soja, sal fino e pasta de rábano se quiser (horseradish sauce). Mexer bem com varas.

Pus o molho num frasco de vidro e a salada num tupperware. Quando chegou a hora foi só temperar e almoçar!
* sem glúten & vegan

Que tal?
<3 jo

15 May 2013

Um pão capaz de mudar a vida? parte II


(parte I aqui)
Com uma manhã cheia cheia cheia, foi (again) num excitamento enorme que entrei em casa, qual burro de carga, vinda do supermercado, doida para por o pão no forno.
Vale a pena partilhar que fui ao supermercado comprar kilos e unidades sem fim de farinha e ovos, para fazer Muita Pasta! Quem for à Feira da Égua na Golegã este fim-de-semana vai poder comprar a massa que faço e seco em casa, com vários sabores e todos com o formato tagliatelle. Mas principalmente, ao comprar a massa, vão estar a ajudar a Liga Portuguesa contra o Cancro.

Voltando a este pão-mudador-de-vidas, o resto dos procedimentos foi muuuito fácil!
Forno a 175ºc, forma lá para dentro durante 20min.
Sai do forno e põe-se numa grelha para voltar ao forno até estar oco - 30, 40min.
nota: Achei super prático ter forrado a forma com papel vegetal, o pão soltou-se inteiro e depois foi só tirar o papel com as mãos e pôr o pão no forno como disse acima, uma vez que não tinha nem estava para comprar uma forma de silicone como a Sarah sugere.
Mal o pão saiu do forno eu tentei não o cortar. Mas pegá-lo e cheirá-lo montes de vezes não foi suficiente! Quero acreditar que isto também acontece com quem cozinha... 
Mas enfim, cortei-o e claro que se desfez um bocado... Então arrependi-me e deixei-o arrefecer cerca de uma hora. Depois cortei umas fatias e foi o meu lanche:
Este pão com queijo fresco, flôr de sal, cebola roxa e rúcula. MNHAMM, óptima combinação! Experimentem!!
No geral gostei do pão, embora o psilio demolhado, e mesmo depois do forno, tenha uma textura um tanto ou quanto nhac mas é uma coisa que se supera. No entanto, tostado/torrado fica mesmo muito melhor!! Amei.

Que tal? Quem vai experimentar?
<3 jo

14 May 2013

Um pão capaz de mudar a vida? parte I

Há uns tempos que esta receita da Sarah Britton do My New Roots tem dado que falar. Cá em casa, mal a vi tinha que experimentar. Pelo-me por pães assim, duros e azedos, cheios de sementes, o mais integrais possível. Cozinhar pão assim tinha que ser um sonho!

A Sarah chama-lhe o pão-que-muda-a-vida. Isto porque: 
1. vai deixar de sujar taças e mais taças de ingredientes ou da batedeira. Aqui a única coisa que suja é a forma, que pode forrar com papel vegetal, ou seja, quase não suja; 
2. não precisa de amassar n-a-d-a, como ela diz "you rule the bread, not the other way around"; 
3. os ingredientes que pede, à excepção do psilio, são todos alteráveis: não tem óleo de côco, xarope de agave nem sementes de chia? Mais uma vez, you rule the bread, substitua por azeite, mel e outras sementes quaisquer. E outros frutos secos quaisquer! Vi mesmo versões deste pão quem nem psilio usavam e funcionou com outros substitutos!
4. não usa fermento de qualquer espécie, o que poupa o trabalho de o fazer ou de o ir comprar de propósito (se bem que fui de propósito comprar psilio maaaas..!);
5. praticamente não tem glúten, o idiota responsável por nos fazer sentir "inchadas" assim como uma data de outras coisas pouco boas para o nosso corpo como as gorduras vegetais, as farinhas que nem sabemos de onde vêm...
Enfim, um mar de vantagens como podem ver!
Demorei semanas até entrar numa ervanária que tivesse psilio - o agente aglutinador desta receita, uma vez que não é usado qualquer tipo de farinha. Mal aterrou nas minhas mãos, o excitamento começou:
 A receita original podem vê-la aqui, eu fiz algumas alterações por não ter determinadas coisas em casa (e por o excitamento estar num nível ridículo que não fui capaz de esperar e ir à lojinha mais perto):

. 135g de pevides de abóbora
. 90g de sementes de linhaça
. 145g de flocos de aveia
. 65g de amêndoas
. 2 colheres de sopa de sementes de papoila
. 3     "                "   de psilio em pó(comprei numa ervanária perto da estefânia)
. 1     "                "   de flôr de sal
. 1     "                "   de mel
. 3     "                "   de óleo de côco
. 350ml de água

- Forrei uma forma tradicional de bolo inglês e atirei lá para dentro os secos, que misturei com a colher de pau.
- Numa taça mexi a água com o mel e o óleo de coco e depois verti para a forma, enquanto misturava tudo com a colher. Ao princípio parecia uma mistura desagregada, mas à medida que mexia mais, tornava-se uma mistura mais espessa porque o psilio vai absorvendo a água a olhos vistos.
- Alisei esta mistura com a parte de trás da colher e... JÁ ESTÁ!!!

Agora está a descansar, comigo ansiosamente à espera, para ir para o forno amanhã de manhã. A Sarah diz que deve descansar no mínimo duas horas mas, outra vez, you rule the bread, por isso ele pode descansar durante a noite, de um dia para o outro ou o tempo que der jeito, desde que quando se aperte de um dos lados da forma, a "massa" volte à sua forma original.
 Tantos cereais juntos, tantas vantagens acumuladas podem estar a deixar dúvidas nas cabeças de alguns.... Confesso que a mim não me suscitou qualquer tipo de desconfiança, mas há bocado enquanto pesquisava outras versões deste pão, fotografias, etc, encontrei o site de uma nutricionista que, de uma forma inteligente, nos mostra os prós, os contras e a sua opinião acerca desta polémica receita. Assim as pessoas podem decidir ou não fazê-la, mas mais informadas. Aqui vai o link!

Amanhã logo mostro o meu resultado... Curiosos?
Outra portuguesa que também já experimentou foi a Ondina do Coentros e Rabanetes, vão lá cuscar!!!

<3 jo

06 May 2013

Ervilhas frescas com linguine e bacon

Depois de ficar doida no supermercado e quase acabar com a caixinha das ervilhas frescas, o próximo passo da loucura foi chegar a casa e desatar a cozinhar. Vá lá que ainda não tínhamos almoçado!
Lembrei-me de uma receita que vi, não sei onde, de uma massa com ervilhas e bacon. Talvez do Jamie? Depois esmagava as ervilhas e daí fazia um molho... Acho que era!
Confesso que havia mais ervilhas... Mas não resisti às pequeninhas assim mesmo, cruas, tão doces e cheias de textura...!
Para nós, e porque o bacon do título não é proteína suficiente para alguns homens, depois de render a gordura do dito cujo, grelhei dois peitos de frango cortados em cubos. Antes do frango estar cozinhado atirei as ervilhas para a frigideira e juntei um bocadinho da água de cozer o linguine. Tapa-se e  vai cozinhando.
Entretanto "desfiei" duas mozzarellas, tirei a raspa de um limão, juntei umas folhinhas de salsa....
Com tudo cozinhado foi só juntar o linguine (com mais um bocadinho da água) ao frango e às ervilhas, voltar a pôr o bacon e servir.
Por cima ficou a mozzarella, o vidrado do limão e a salsa.
Se quer poupar, use as cascas das ervilhas para uma sopa deliciosa. No fim apenas basta passar pelo passe-vite para se livrar dos fiozinhos das vagens e de quaisquer grumos que se possam criar.

Que tal?
<3 jo

13 March 2013

Sopas de descanso


Desde há umas semanas que o meu fim-de-semana passou a ser às Terças e Quartas. Ontem não foi diferente e, depois de um baaaanho de imersão preparei um almoço rápido e saudável, mesmo o que apetecia! Um caldinho com bits & pieces resgatados entre o congelador e o frigorífico.
Peguei em 2 cubos congelados deste caldo, num talo de citronela e juntei água para ferver.
Enquanto aquecia, cortei cogumelos em fatias, duas folhas de couve em chiffonade, a parte branca de meio alho francês em juliana... Mal ferveu juntei a massa Udon, que comprei numa loja de produtos japoneses ao pé do Saldanha. Para ajudar a temperar a massa, molho de soja.
Depois de ter cortado a malagueta verde em rodelas finas, juntei algumas ao caldo.
Ir provando é essencial em tudo o que faço e, neste caso, como não queria um caldo de citronela, estava na altura de a retirar, já tinha infusionado sabor suficiente!

Quando a Udon estava quase al dente juntei, por ordem, a couve coração, os cogumelos, metade do alho francês e gengibre fresco ralado. Também do congelador resgatei coentros picados com azeite, congelados em bolinhas para não desperdiçar um molho de coentros frescos.
Um minuto depois desliguei o lume - detesto legumes muito cozinhados, perdem tudo.. - e apressei-me a servir o meu almocinho numa taça branca, espremer sumo de lima, ralar mais meio centímetro de gengibre, juntar algumas rodelas de malagueta verde e tirinhas de alho francês cruas para refrescar.
Tirar umas fotografias e aproveitar estes sabores que tanto gosto enquanto descansava mais um bocadinho à frente dos meus cantos de receitas e cozinha preferidos.

Que tal?
<3 jo

20 January 2013

Sopa de sobras com guarnição do que há cá!

Bom Domingo!!
Hoje há muito trabalhinho para fazer ISTO! portanto o almoço foi um reunir de sobras e coisinhas do congelador. Ainda assim acho que ficou delicioso!!!

Tinha sobras desta massa fresca de limão e malagueta, pontinhas feias que não entram nos pacotes, e resolvi aproveitar e fazer uma sopa quentinha para resistir melhor à neura que é um dia destes!!!
 Peguei num bocadinho de frango assado que tinha no frigorífico e derreti o molho numa caçarola, onde juntei água, gengibre ralado e uma pontinha de sal.
Enquanto a água fervia e não fervia, cortei um pimento encarnado, abandonado por duas semanas, em juliana, desfiei o frango, cortei uma lima em gomos e tirei um punhado de ervilhas do congelador.
A água ferveu e vai de lhe juntar a massa, esperar 1 minuto e juntar os frango, pimentos e ervilhas.
3 ou 4 minutos depois desliguei o lume, juntei montes de sumo de lima e piquei um bocadinho dos coentros que me restam no vaso!
Consegui controlar-me para tirar estas fotografias and then... I dug in!
Estou agora a acabar e já me sinto com mais coragem para atacar a tarde de trabalho que está à minha frente!
E por aí, qual o prato que restablece forças?
Que tal?
<3 jo

11 January 2013

Mais massa fresca!

Mais massa fresca... Não me canso! Assim como do bacalhau... Andamos quaaase em produção industrial de receitas de bacalhau, por isso aqui vai mais uma.
Os pratos que vou servir vão ser frios ou mornos, e este ravioli, ao contrário do que se vê normalmente, fica lindamente morno ou mesmo frio, com o molho também frio.
Depois da massa estendida (usei esta massa de alho), cortei círculos com o cortador simples, depois pus uma colher de café cheia com esta mistura:
. bacalhau cru cortado em brunesa
. salsa frisada picada
. sumo de limão
Fechei o ravioli. Pode-se fechar como preferir, eu costumo "dobrar" o círculo a meio e depois "colar" as pontas. Sempre com a ajuda de um bocadinho de água ou gema deslaçada. Depois é só cozer 3 a 4 min. Et voilá! Arrefecer.
Para o molho de pimentos, usei cebola, alho e pimentos encarnados, com um raminho de tomilho, azeite, sal e pimenta. Deixar reforgar tudo e triturar quando os pimentos estiverem bem cozinhados.
O ravioli serve-se com o molho de pimentos frios e salda picada por cima!

Espero que não estejam a enjoar bacalhau, eu estou quase quase!!
Que tal?
<3 jo

10 January 2013

Muuuuuuita pasta!

Olá a todos! 
Convido a conhecerem esta nova página, para quem tem Facebook, e a fazer um mega like!
Acabei de a fazer, aceitamos encomendas e os novos sabores vão aparecendo! Massa fresca, seca em casa e sempre com ingredientes verdadeiros!
Que tal? Vão acompanhando :)
<3 jo

06 January 2013

Tagliatelle de Alho & a gift back

BOM DOMINGO!
Ontem fiz isto, isso, aquilo e... massa fresca!
Experimentei uma receita com alho, que inicialmente levava 1 ovo para 200gr de farinha mas correu mal. É assim, c'est la vie...! Claro que eu, armada em carapau de corrida, não segui a receita certinha, e em vez do ovo inteiro desatei logo a substituir por 2 gemas, porque gosto da massa mais amarela, e prefiro a gema em sabor... etc etc etc. Fiz asneira! E para a remediar fui juntando mais gemas até completar as 5 e assim "instaurei" esta nova receita (que até ficou boa mas) que não deixa de ser apenas o remédio do desastre!
Chega de conversas...
Escaldo o alho durante 5min or so em água a ferver sem mais nada. Escorro.
No robot de cozinha desfaço o alho e as gemas até estar beeem trituradinho.
Junto a farinha e o sal (fino) e ligo o robot até se começar a formar uma bola.

Depois é a velha história, 30min pelo menos no frigorífico embrulhado em película, dividir em porções e esticar na máquina. A seguir pode pôr o aparelhómetro para cortar em tagliatelle, era o que eu teria feito, mas esqueci-me e pus-me a limpar a máquina a pincel... Por isso quando me lembrei, enrolei a massa esticada bem enroladinha e cortei "fatias" que depois de desenroladas ficaram um bonito tagliatelle caseiro. Voilá!
 Pus as tirinhas a secar num dos meus presentes de Natal do F. - StendiPasta da Imperia - até hoje de manhã e foi só tirar e acondicionar bem no pacote! Não fiz muuita quantidade (100gr. de farinha é o peso standard para uma refeição para uma pessoa) e por isso resolvi dar de presente a quem me deu o presente a mim! Hope he likes it <3
Que tal? Quem quer experimentar? (também dá para esticar com rolo e muuita farinha!)
Um resto de bom Domingo!
<3 jo

19 November 2012

Focaccia para começar a semana

   Mesmo antes de escrever estas linhas, lia uma publicação num blog que sigo acerca da "técnica" de quem tem blogs (acho blogger uma palavra não adequada...), da seriedade e congruência das receitas publicadas e da integridade de quem escreve. Acho que, até agora, o que mostro nesta página tem sido o reflexo do que vou aprendendo na escola e das pesquisas em casa. Espero continuar a ter tempo para o fazer! Mas também não vejo o mal de quem gosta de partilhar as receitas caseiras, conhecidas por todos e sem nada de novo... Afinal cada um faz o que lhe apetece e, se não gosto, não leio. Pior são as tele-culinárias e semelhantes que não ensinam nada de jeito. No offences!
   Continuando...

   Fiz esta Focaccia para o almoço de família e, à boa maneira portuguesa, foi comida com a sopa até desaparecer.
   Ando numa de pães... As minhas baguettes estão a crescer no forno as I speak e a massa velha já foi alimentada para próximas aventuras. Mas a focaccia não usa massa velha e quis fazê-la por isso mesmo!

   Só pensava "tenho que fazer isto!!" desde que aprendemos na aula.
   E lá fiz. É muito fácil de preparar, fi-la no Sábado de manhã e, enquanto a massa descansava, pude ir ao Mercado Biológico do Campo Pequeno (todos os sábados das 9h às 14h nos jardins!) comprar mais umas ervinhas para lhe pôr em cima e os legumes e fruta da semana.
   A minha batedeira deu para misturar todos os ingredientes mas, fica já a nota para a família que me lê, dar-me-ia imenso jeito uma kenwood ou quiçá uma kitchen aid!

Não fiz uma receita muito grande (cerca de metade de um tabuleiro de forno), para fazer maior basta multiplicar esta receita:
 . 250gr farinha 55
 . 5gr sal
 . 5gr açúcar
 . 20gr azeite
 . 5gr fermento biológico (padeiro) (se tiver o liofilizado/granulado a quantidade é a mesma)
 . 120gr água fria
 . 1 dente de alho ralado e ervas aromáticas a gosto - usei tomilho seco, alecrim fresco, manjericão fresco e tomilho-limão fresco.
     A gosto pode também juntar azeitonas ou tomate seco
   Pré-aquecer o forno a 40-50ºc.
   Juntar a farinha com o sal, açúcar, azeite, ervas e adicionar quase toda a água. No resto da água desfazer o fermento e juntar à massa já a amassar. Nunca juntar o fermento com o sal pois este "mata" o fermento, que perde a força e não se desenvolve tão bem.
   Amassar (máquina 10 - 15min, à mão mais tempo!) e fazer uma bola, achatá-la com as mãos até ao formato desejado, salpicar com farinha. Pôr a massa dentro do forno num tabuleiro coberto com um pano húmido e deixar crescer no mínimo 40min a 1hora. (foi nesta altura que fui ao mercado!)
   Tirar a massa do forno e programá-lo para 200-220ºc. Entretanto fazer "buracos" na massa com os dedos, pincelar com mais azeite e ervas e juntar flôr de sal por cima.
   Está no forno cerca de 20min (rodar o tabuleiro, se necessário, para a cor e a cozedura ficarem uniformes). Deixar arrefecer um bocadinho para depois servir. Pode cortar em palitos, como na fotografia, cortar fatias ou deixar as pessoas servirem-se à vontade. Sem preocupações :)
Que tal?
<3 jo

08 November 2012

Hoje à tarde...

... dediquei-me a isto:
Quem já experimentou? Que tal?
O que fizeram com ela?

<3 jo

06 November 2012

Um almoço improvisado

Olá!
Quantas vezes temos restinhos de coisas em casa que acabamos por não usar porque não são quantidades suficientes? Cá em casa sempre tentámos aproveitar ao máximo. Já a minha avó, de uma sobra de carne fazia empadão de arroz e do que não se comia ainda fazia pasteis de arroz fritos (delícia!). O normal quando vou lá a casa e abro o frigorífico é ver tupperwares mínimos com um bocadinho de puré ou uma clara de ovo que não foi usada... You never know!
Mostro hoje dois aproveitamentos que fiz e espero que vos inspirem a gastar com consciência!

Sobraram uns cogumelos de um risotto de alcachofras e cogumelos (pleorotus e shitake), então salteei-os com manteiga, chalotas e tomilho. Juntei caldo de galinha, um bocadinho de uma trufa (que comprei armada em "gourmet forreta" e acabou por não saber a nada..!) e um fio de natas frescas para ligar tudo.

Entretanto o guisado de carne (tipo jardineira) que havia em casa não chegava para todos, então juntei polpa de tomate, mostarda em pó e deixei cozinhar ainda mais, para a carne se desfazer. Cozi esparguete e mesmo no fim juntei uma noz de manteiga ao molho da carne. Rebentos de rúcula por cima e tomate cherry pêra em metades e digam lá que não ficou logo com melhor aspecto?

Que tal? Que receitas se fazem de outras, por aí?
<3 jo